17 de nov. de 2008

Exclusão dos incluidos!

Fico realmente impressionado pela capacidade humana de gerar conflitos, seja ele por um pedaço de terra, por água ou comida, enfim, há uma gama enorme de discussões nestes tempos de crise mundial.
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Falar sobre inclusão digital entrou para o rol da moda, uns vociferando sobre os novos inclusos, outros defendendo a internet para todos, de um lado a ironia, do outro a indignação dos "letrados virtuais".
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Se alguns fazem alguma coisa para melhorar e ajudar, muitos culpam o governo, e que se dane os semi-analfabetos digitais.
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Eu, o que faço?
Fico em cima do muro, com a cara lavada e deslavada.
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A internet, este país das maravilhas, é uma realidade onde encontramos muita informação, que antes da sua criação, era dificílimo (mas não impossível) de se achar.Mas há um lado (sempre há), e ele agrega a bandalha de falsos usuários (FAKE) que escrevem um monte de disparates sem sentido.
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Peneirar o joio do trigo é fácil, basta uma pitada de bom senso.
Eu pessoalmente me “racho” de rir com comentários pró-quem-esta-sendo-vitimado, sendo que o pobre-diabo-semi-analfabeto, por vezes é fruto de uma imaginação de dias intermináveis do “nada para se fazer”.
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Ah jovens tolos (somos todos), quanta energia desperdiçada!!
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Este lance de que fulano ou beltrano não tem culpa da condição que tem, que é difícil conseguir estudo e informação é furada, perguntem por ai o que aconteceu com o galã das novelas deste mundo global!
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Todos temos noção de onde o calo dói, mas preferimos ir a benzedeira do que tratar o mal pela raiz. Se só sei "ler as figuras", então procuro aprender a ler as palavras que interagem com as figuras, mas o mal do ser humano , e aqui no nossa republiqueta das bananas tem muito, é o maldito comodismo.
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Saber da condição e não remediar, isso sim é uma ignorância da qual não se pode alisar a cabeça (nenhuma das duas).
Nem governo, nem voluntarialismo, é o próprio desinfeliz que tem a obrigação.
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Estamos numa época que tapar o sol com peneira nos fará enxergar um mundo quadrado!
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Marco Antonio

14 de nov. de 2008

Direitos Humanos

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Um instante de sua atenção, um minuto para reflexão, uma vida para agir !!



Marco Antonio
macbastian@gmail.com

27 de out. de 2008

Falar é preciso !

Pensar em um museu que constitua a história de um povo, por sua língua soa como algo ousado e pretensioso. A língua é senão a primeira, uma das unidades de identidade da prova da existência de uma civilização, assim como a arquitetura e arte que juntas contam a história e feitos da trajetória Humana.

A Língua portuguesa é representativamente a quinta língua mais falada do mundo, feito dos Portugueses, que na época das navegações popularizou a língua como uma incrível a prova dos seus tempos de glória.

Quando esta veio ao Brasil para seu misturar aos demais dialetos falados pelas tribos indígenas e, mais tarde, com a imigração dos italianos, árabes, holandeses e demais povos do mundo, a língua mostrou que se reformulara com um entusiasmo e força de expressões, gírias e normas incríveis, tornando-se assim a língua brasileira de todos.

O Brasil atualmente é a maior nação falante de língua portuguesa em todo o mundo, embora ela seja falada em todos os continentes do planeta. Ultrapassamos nossos descobridores portugueses na comunicação da língua de Camões, Fernando Pessoa e Machado de Assis.

O ultimo considerado o maior escritor da Língua brasileira. Cabendo também o titulo de gênio da escrita. Que no centenário de sua morte é tema de uma exposição no Museu da Língua Portuguesa intitulado “Mas este capítulo não é serio”.

O espaço foi concebido para honrar as glorias de nossa escrita. Onde vale a pena conferir como e por que um filho de pintor de paredes descendente de escravos e uma lavadeira portuguesa conseguiu vencer todas as barreiras do impedimento possível e se tornar um dos maiores escritores do mundo. Além de conferir a origem da língua numa árvore genealógica da existência e diversificação das várias línguas mundiais chegando ao nosso Português atual narradas com textos, vídeos e áudios com poesias desde Manuel Bandeira à Rappin Hood e musicas de Lamartine Babo à Chico Buarque.

***Museu da Língua Portuguesa – estação da Luz. De terça a domingo das 10:00 às 18:00 hs; Entrada R$ 4,00 meias R$ 2,00.

Neto Lima
imeiodoneto@yahoo.com.br